Como usar vestidos e saias para trabalhar

Tem uns hábitos que crescem com a gente e a gente nem questiona, já percebeu? Tipo pão com manteiga e toddy no café da manhã. Todo mundo comia isso, eu também comia isso. E eu nem gosto de leite… (mas amo pão com manteiga).

A mesma coisa acontece no nosso guarda roupa. Crescemos usando vestidinhos rodados nas festas de criança e calça/short + camiseta pra ir pra escola. Aí a gente aprende que vestido/saia não são coisas do dia a dia e calça e blusa são pra usar todo dia sim.

Só que a gente cresce e vira essa confusão no guarda roupa. Primeiro emprego e o que a gente faz? Enche o armário com um monte de calça e blusa pra trabalhar. Tudo lindo no início até o momento que você não aguenta mais usar praticamente a mesma coisa todo dia. E é aí que a gente tem que começar a olhar pro lado e desconstruir o que nosso inconsciente coletivo construiu! Dá pra usar vestidos e saias pra trabalhar no dia a dia sim! E dá pra ser prático, estiloso e confortável!

Olha os benefícios:

1- Conforto

Dá pra escolher peças soltinhas e com tecidos molinhos pra ir trabalhar. Já experimentou a liberdade de passar 8 horas sentada sem o cós da calça te apertando? Um vestido solto faz isso e ainda parece que você está de camisola trabalhando. Ô maravilha!

2- Praticidade

Um vestido já vem pronto! Não tem que combinar com outra peça então é uma coisa a menos pra se pensar às 7:00 da manhã! Yey

3- Identidade

Pra quem trabalha em ambientes formais e se sente masculinizada ou apagada com as roupas do dia a dia, os vestidos são ótimas opções pra mostrar personalidade e manter uma imagem profissional bacana.

Os modelos mais legais pra usar em ambiente de trabalho são os mais soltos e mais compridos, da linha do joelho pra baixo. Assim você fica confortável com movimentos, escadas e tudo mais!

Vale usar as saias com camisetas, regatas, camisas, jaquetas… de acordo com a formalidade de onde você trabalha.

 

Fora que é maravilhoso ter mais ideias pra ir trabalhar todo dia, né?

 

9 Passos para construir sua marca pessoal! (Passo 2)

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Depois de descobrir quem você é (clica pra ler o primeiro post!) o segundo passo é identificar como as outras pessoas veem você! Afinal, a gente trabalha o nosso marketing pessoal pra impactar e influenciar a leitura que as pessoas fazem da nossa imagem e do nosso trabalho, certo?

Pra isso, a gente começa pensando no que as pessoas à nossa volta pensam sobre a gente!

Pessoalmente

Como você é visto nas relações sociais? Você é sério? Engraçado? Confiável? Desconfiado? Tá sempre atrasado ou é pontual?

Essa é a hora de lembrar do que a família e os amigos falam. Como as pessoas te enxergam no seu meio social!

 

Profissionalmente

Na área profissional é hora de pensar o que colegas de trabalho e clientes dizem e pensam sobre você. Já recebeu algum feedback? Nem sempre vão ser coisas boas mas parar pra pensar nesses pontos ajudam a identificar pontos que possam ser melhorados. O bom da vida é que a gente está sempre aprendendo e identificar os nossos erros é o primeiro passo pra corrigi-los!

 

Online

A gente já viu que hoje em dia todo mundo existe em algum lugar na internet e essa reputação online está ligada a sua reputação na vida real. Já pesquisou seu nome no google? No LinkedIn? Facebook? Você sabe o que as pessoas andam falando sobre você? Antes de qualquer planejamento e mudança a gente tem que saber com o que está lidando!

Uma marca pessoal forte vem com planejamento! Vale separar um caderninho pra ir anotando as respostas pra cada um desses passos! Faz toda a diferença! No fim da semana vem o terceiro passo! Enquanto isso já pode jogar seu nome no Google! hahahaha

Marketing Pessoal – Aprendendo com Michelle Obama

Vocês já viram Michelle Obama cantando no Carpool Karaoke? Pois vejam.

Agora que viram, além de virar fã e querer usar uma camiseta com a foto da Michelle, o que a gente pode aprender dessa maravilhosidade? Cantar “Put a ring on it”? Também. Mas tem algo a mais aí que pode ajudar no nosso marketing pessoal: todo mundo é real.

“Nooooooossa Ana! Descobriu a roda, sua inteligentona!” Desculpa, gente. É óbvio, eu sei. E de tão óbvio, a gente acaba ignorando.

Vivemos em tempos de muita exposição e muitos relacionamentos. Sim, muitos relacionamentos. A grande maioria é superficial mas sempre presente. Hoje, temos contato com colegas de sala de vinte anos atrás. Pessoas que talvez nunca mais veríamos na vida, se não fosse a internet, claro. É só adicionar no facebook e pronto. Todo mundo sabe o que você faz, o que gosta, com quem convive, com o que trabalha, o que gosta de comer, o esporte que pratica… Viramos uma pessoa completa. Real.

Nos tempos atuais, não conseguimos mais separar as coisas. Não somos uma pessoa no trabalho e outra em casa. Não temos esse relógio que para às 18:00 e só volta ás 8:00 do dia seguinte. E nem queremos. Gostamos de pessoas cada vez mais reais. Gostamos de nos identificar com aqueles que escolhemos conviver. Pesquiso o instagram do Personal Trainer que vou contratar pra ver o que ele gosta de fazer. Escolho o que tenho mais afinidade. Pesquiso as postagens das arquitetas. Escolho a que tenho mais afinidade. E assim o Branding Pessoal define quem a gente insere no nosso círculo.

As decisões de consumo são cada vez mais baseadas nos posicionamentos pessoais. O profissional que não se posiciona perde automaticamente pontos nessa disputa que é o mercado. Não à toa, a maioria dos clientes de prestadores de serviço vem do seu meio social, seus contatos da vida. Não expandir isso pra internet é restringir seu alcance de mercado. E isso não é muito esperto, né?

Ver Michelle cantando Beyoncé nos aproxima da primeira dama. Me identifico com uma pessoa que escuta música pop. Mesmo que tenha sido no carro, ouvindo o ipod da filha. Mostrar a nossa pessoa real pode ter o mesmo poder sobre nossos clientes em potencial: nos aproximar deles. Mostrar o que você faz na vida, o que gosta, o que não gosta, com quem convive, o que faz no tempo livre. Esse tipo de identificação nos torna reais. Nos torna próximos.

Claro que existe a possibilidade da pessoa não se identificar com você e preferir a “persona” de outro profissional. E sabe o que tem de bom nisso? Seus clientes serão cada vez mais selecionados para você. Para seu tipo de trabalho, seu nicho, seu mercado.

Então, da próxima vez que for pensar em divulgar seu trabalho, pense em como você está divulgando sua pessoa também. Às vezes, mostrar quem você é na vida, de verdade, constrói mais confiança do que uma imagem profissional engessada e polida.

E olha, isso nem é novidade dos nossos tempos, tá? Desde que o mundo é mundo existem almoços, viagens e confraternizações entre empresas visando uma aproximação durante negociações. Isso tudo faz parte do marketing pessoal. A diferença é que agora a gente pode fazer isso pela internet também!